Vamos começar por São Paulo.
O filho de Bolsonaro está com uma leve vantagem na frente de Lula no 1º turno. Flávio tem 43,4% das intenções de voto contra 42,5% de Lula. A diferença é de 0,9 ponto percentual, considerando a margem de erro de 2 pontos para cima e para baixo.
Nas projeções para um possível segundo turno, Flávio venceria Lula por 49% a 44%, com 7,1% de brancos, nulos e indecisos.
Em relação aos votos válidos, a diferença seria de 53% a 47%. Este índice é menor do que a diferença de 55,5% a 44,5% entre Bolsonaro pai e Lula em 2022.
Caso São Paulo confirme esse cenário, Flávio terá dificuldade em superar a vantagem de Lula no Nordeste.
Principalmente porque em Minas Gerais também há um empate técnico.
No cenário principal do 1º turno, Lula tem 43,7% contra 40,4% de Flávio Bolsonaro. Romeu Zema (Novo) tem apenas 4,7%, seguido por Renan Santos (Missão) com 3,3%. Renan Santos parece ter se posicionado de forma mais radical do que Flávio e se tornou o candidato dos red pills. Em São Paulo, ele registra 5% das intenções de voto.
No possível 2º turno, Lula marca 47,3% contra 46,9% de Flávio Bolsonaro.
Em resumo, temos um empate em Minas Gerais.
Porém, a boa notícia chega de Santa Catarina.
No cenário principal para o Senado, testado pela Atlas/Intel, que considera os primeiros e segundos votos, Carlos Bolsonaro aparece em terceiro lugar:
Carol de Toni (PL) lidera com 30,7%, seguida por Esperidião Amin (PP) com 20,1% e Carlos Bolsonaro (PL) com 18,3%. Décio Lima, do PT, está logo atrás com 13,4%. Se a eleição fosse hoje, Carlos Bolsonaro não seria eleito.
Para ficar por dentro de notícias e análises como essa, acompanhe a Revista Fórum e assista aos nossos programas na TV Fórum.